sábado, 16 de julho de 2011

Yuki Kajiura - Grandpa's Violin




Meu Deus, minha alma sobe aos céus ao teu encontro Senhor ...
Não há como não fazê-lo diante desta melodia !!!
Grata lhe sou pela minha vida !!!


Se ao ouvires essa melodia tu não sentires seres angelicais ao teu redor,
fecha teus olhos, deixa a melodia te levar, assenta-te as notas e voa,
alça ao Criador teu louvor, agradece pela tua vida!


Ruth

Conexão com o Eu Superior

Compilado por Fátima Corga, Terapeuta do Instituto Luz


Humberto Rohden (1893–1981) – Filósofo e Educador Brasileiro nasceu em Sta. Catarina.

Escreveu cerca de 50 obras sobre religião, ciência e filosofia. Em Princeton, conheceu Einstein – quando lançou os alicerces para o movimento mundial da Filosofia Univérsica. É biografo de Einstein, Gandi, Pascal, Jesus, Paulo de Tarso, entre outros. Transcrevemos alguns de seus textos abaixo, para reflexão:

O MISTÉRIO DO SILÊNCIO – LIVRO: EINSTEIN – O ENIGMA DO UNIVERSO

Para o homem profano e inexperiente, o silencio é uma simples ausência de ruídos, sobretudo de ruído físicos.

E como o ego humano vive no ruído e do ruído, o silêncio representa para o homem profano a morte. O homem comum se afoga, literalmente, no oceano pacífico do silêncio. Um padre, interrogado se fazia de manhã uma hora de silêncio meditativo, respondeu-me que, se o fizesse, iria enlouquecer. Uma senhora muito religiosa afirmou-me que tinha certeza de que nem ela nem ninguém era capaz de fazer meia hora de meditação.

Ouve-se falar muito sobre o que Jesus disse e fez, mas não se fala sobre o que não disse e não fez, por exemplo: sobre os dezoito anos de silêncio em Nazaré e sobre os quarenta dias de silêncio no deserto.

Moisés e Elias passaram também quarenta dias de silêncio na solidão com Deus.

Francisco de Assis passou meses inteiros de silêncio nas alturas do Monte Alverne, depois do que apareceu o Cristo crucificado e lhe imprimiu as suas chagas.

Paulo de Tarso, após a sua conversão em Damasco, retirou-se para os desertos da Arábia, onde permaneceu três anos em silêncio com Deus.

Rabindranath Tagore e Mahatma Gandhi praticavam longos períodos de silêncio.

Um dos maiores tesouros que o Cristianismo oficial perdeu, nestes últimos séculos, foi, sem dúvida, o tesouro do silêncio dinâmico. E talvez seja esta uma das principais razões de sua ineficiência na sociedade humana.

Silêncio é receita – ruído é despesa. E quem tem mais despesas do que receitas abre falência. Aliás, esta nossa pobre humanidade de hoje esta permanentemente falida. Quando digo aos profanos que alguns grupos fazem periodicamente o seu Retiro Espiritual de três, Nove e mais dias de total silêncio, o inexperiente logo pensa em doença física ou mental. A razão deste horror ao silêncio é o conceito radialmente falso sobre silêncio. A maioria entende por silêncio não falar nem ouvir. Outros incluem no silêncio também a ausência de ruído mental e emocional, nada pensar e nada desejar.

Na sociedade encontramos pouquíssimas pessoas que entendem por silêncio uma grandiosa atitude de PRESENÇA CÓSMICA ou uma fascinante PLENITUDE UNIVÉRSICA.

Só pensam em silêncio como ausência e como vacuidade.

Enquanto o homem viver na falsa concepção, que quase todos nós aprendemos nos colégios e nas igrejas, de que meditação consiste em analisar determinados textos sacros, estão todas as portas fechadas e nunca aprenderemos a arte divina do silêncio fecundo e enriquecedor.

Meditar não é pensar. Meditar é esvaziar-se totalmente de qualquer conteúdo do ego e colocar-se, plenamente consciente, como canal vazio, diante da plenitude da fonte, ou em linguagem da Sagrada Escritura: Sê quieto – e saberás que Eu Sou Deus.

Pode-se dizer que a Teoria da Relatividade é uma fuga de todas as coisas relativas e um refúgio para dentro do absoluto.

Quem não vislumbrou, ou pelo menos farejou, o Absoluto, o Uno, em longos e profundos mergulhos de silêncio, não sente a vacuidade dos Relativos e o desejo do Absoluto.

Pela vacuidade do silêncio prolongado, a plenitude da alma flui irresistivelmente para dentro da vacuidade do cosmos humano.

O silêncio é a linguagem do espírito – que é interrompido pelo falar.

COMO CONCENTRAR-SE NO EU DIVINO – LIVRO: RUMO À CONSCIÊNCIA CÓSMICA

É este o doloroso problema desta sociedade de homens de boa vontade: como atingir o núcleo da natureza humana...

O nosso ego físico-mental-emocional é, por sua natureza: centrifugo e extrovertido, demandando sempre às periferias do mundo objetivo. O seu ambiente é o mundo externo, dos sentidos, da inteligência, das emoções. O nosso ego é visceralmente exteriorizante.

O nosso Eu Espiritual é essencialmente: centrípeto, introvertido, tendendo, sempre, ao centro da natureza humana. Esses dois pólos se acham no Universo. O UNO é do Eu, o VERSO é do ego. Sendo, porém o curso da nossa evolução de fora para dentro, é natural que primeiro atinjamos o VERSO e, somente mais tarde, o UNO.

Para o roteiro da nossa evolução, o Universo é Versuno: Os diversos em demanda do Uno, os Múltiplos em demanda do Simples.

Enquanto esses dois componentes do cosmos não estiverem harmonizados no composto único, não haverá paz e sossego na vida humana.

No Homem Profano prevalece o Verso. No Homem Místico impera o Uno.

Já o Homem Cósmico realiza a grande síntese do Universo: ele e o universo são um.

Ele é Universificado – é o Homem Univérsico.

Considerando que a maioria, a quase totalidade, da atual humanidade pertence ainda ao mundo dos profanos, é lógico que o primeiro passo a dar está em ultrapassar a fase caótica da dispersividade do ego, e entrar na zona mística do Eu.

A primeira etapa, nessa jornada do centrifuguismo ao centripetismo, do ego profano ao Eu sagrado, está na consciência do Eu místico.






ALBERT EINSTEIN

Em um texto de 1940 sobre a liberdade, Einstein definiu dois pontos centrais para a transição da  sociedade humana em direção à civilização  próspera e luminosa do futuro.
Em primeiro lugar, disse ele, “aqueles bens indispensáveis para manter a vida e a saúde de todos os seres humanos devem ser produzidos com o menor trabalho possível de todos”. Em segundo lugar, “a satisfação das necessidades físicas é de fato uma precondição para uma existência satisfatória, mas não é suficiente”. Para ser feliz, o ser humano necessita sentir que cresce intelectual e espiritualmente. Ele deve ter tempo livre para si mesmo. A jornada de trabalho deve ser gradualmente reduzida, o que é possível graças aos avanços tecnológicos. Mas, além disso tudo, ele precisa ter uma liberdade interior, uma profunda liberdade de pensamento. O ser humano não pode ser forçado a aceitar dogmas religiosos, filosóficos ou políticos. Deve aprender a ver as coisas por si mesmo, sem correr o risco de ser perseguido ou marginalizado por isso. “Esta liberdade de espírito consiste na independência de pensamento em relação às restrições provocadas por preconceitos sociais e autoritários, mas também em relação às rotinas e aos hábitos em geral”, escreveu.
E prosseguiu:  
“Esta liberdade interior é uma dádiva pouco frequente da natureza, e um objetivo valioso para o indivíduo.  No entanto, a comunidade também pode fazer muito para estimular esta conquista, e para, pelo menos, não criar obstáculos a ela. Assim, as escolas podem  bloquear o desenvolvimento da liberdade interior através de influências autoritárias e da imposição de compromissos espirituais demasiado grandes para os jovens; de outra parte, as escolas podem favorecer esta liberdade  encorajando o pensamento independente. Só quando a liberdade externa e interna são buscadas consciente e constantemente é que existe a possibilidade de um desenvolvimento e um aperfeiçoamento espirituais, e deste modo de uma melhora da vida interior e externa do homem.” 


ALBERT EINSTEIN

“O que sabe um peixe sobre a água em que ele nada toda a sua vida? O amargo e o doce vêm de fora, e o duro vem de dentro, dos seus próprios esforços. Normalmente eu faço as coisas que minha própria natureza me leva a fazer. É constrangedor inspirar tanto respeito e tanto amor por causa disso. Flechas de ódio também foram atiradas sobre mim; mas elas nunca me atingiram, porque de algum modo pertenciam a outro mundo, com o qual não tenho conexão alguma. Vivo naquela solidão que é dolorosa na juventude, mas deliciosa nos anos maduros da  vida.”


Albert Einstein


ALBERT EINSTEIN

“O mistério da vida me causa a mais forte emoção”, escreveu.  
“É o mesmo sentimento que desperta a beleza e a verdade, cria a arte e a ciência. Se alguém não conhece esta sensação, ou se não pode mais experimentar assombro ou surpresa, já é um morto-vivo, e seus olhos se cegaram.  A realidade secreta do mistério que constitui a religião é, também,  aureolada de temor.  Por isso os homens reconhecem algo de impenetrável às suas inteligências, mas eles conhecem as manifestações externas  desta ordem suprema e da Beleza inalterável. Os homens se confessam limitados, e seu espírito não pode apreender esta perfeição. E este conhecimento e esta confissão tomam o nome de religião. Deste modo, mas somente deste modo, sou profundamente religioso. (...) Não me canso de contemplar o mistério da eternidade da vida.” 

Albert Einstein


ALBERT EINSTEIN

Quanto mais avança a evolução espiritual da humanidade, mais certo me parece que o caminho para a religiosidade genuína não passa pelo medo da vida, nem pelo medo da morte, ou pela fé cega, mas pelo esforço em busca do conhecimento racional.
Neste sentido, acredito que o sacerdote, se quiser fazer jus
a sua 'sublime' missão educacional, deve tornar-se um
professor.

 Albert Einstein

PROFETA GENTILEZA

“Gentileza gera gentileza!”
Essa é a frase mais conhecida de José Datrino, mais conhecido como Profeta Gentileza.
Nascido em 1917 numa pequena cidade do interior de São Paulo, filho de pais pobres, durante a infância trabalhou na roça cuidando da terra e de animais. Mais tarde mudou-se para o Rio de Janeiro e a partir de 1980 ficou conhecido pelas inscrições, em verde-amarelo, que fazia nas pilastras do Viaduto do Caju, também no Rio de Janeiro. Ele criticava os comportamentos das pessoas e se dizia “amansador dos burros homens da cidade que não tinham esclarecimento”. Ele pregava, como alternativa ao mal-estar da civilização, o amor, respeito e gentileza.
Por mais de vinte anos ele circulou pela cidade com sua bata branca cheia de apliques e com seu estandarte, pregando em praças e nas barcas entre Rio e Niterói anunciando sem cansar: “Gentileza gera Gentileza”.
Apesar de ter morrido em 1996, sua trajetória não foi esquecida e inspirou escritores e músicos.
“Feito louco / Pelas ruas / Com sua fé / Gentileza / O profeta / E as palavras / Calmamente / Semeando / O amor / À vida / Aos humanos”. Neste trecho da música “Gentileza” de Gonzaguinha, o compositor faz uma bela homenagem ao Profeta, que continuará inspirando gerações e sendo exemplo para a população em geral e toda comunidade acadêmica da UFMG.

Profeta Gentileza


Profeta Gentileza


Profeta Gentileza

Sejamos loucos. Sejamos gentis. Sejamos Profetas da Gentileza!


Fonte: http://www.ufmg.br/bocadosdegentileza/profeta-gentileza/

quinta-feira, 14 de julho de 2011

SAI BABA

Enquanto estão caminhando ao longo de uma estrada, vocês podem observar sua sombra passando sobre a lama ou a sujeira, por altos e baixos, por espinhos ou areia, trechos de terra encharcados ou secos.
Vocês não são afetados pela sina de sua sombra, não é verdade?
Tampouco sua sombra torna-se suja por isto.
Não importa nem ao mínimo onde ela caia ou o que atravesse.
Nós sabemos que a sombra e suas experiências não são eternas ou verdadeiras.
Da mesma forma, é preciso que se convençam de que “vocês” são apenas a sombra do Absoluto e de que não são essencialmente “vocês”, mas o próprio Absoluto.
 Esse é o remédio para a tristeza, a agonia e a dor.

SAI BABA


SAI BABA

Muitas pessoas não tiveram qualquer experiência que as pudesse mudar, de modo que não podem ser censuradas por sua falta de fé.


SAI BABA

 

SAI BABA

Enquanto estiverem estudando outras coisas, vocês devem aprender o segredo da paz. Esta oportunidade não deve ser perdida, pois essa é a sabedoria que irá salvá-los. O sistema atual de educação visa torná-los aptos a ganharem o seu sustento e tornarem-se cidadãos; mas não lhes dá o segredo de uma vida feliz; ou seja, o discernimento entre o real e o irreal - que é o verdadeiro treinamento de que precisam. 


SAI BABA


SAI BABA

"A Graça do Senhor é como o oceano: vasto, sem limites. Através da sua prática espiritual, da repetição do nome de Deus, da meditação e do cultivo sistemático da virtude, esta Graça é convertida em nuvens de verdade e se derramam sobre a humanidade como chuvas de amor divino, que depois voltam a se reunir para fluir como a corrente de bem-aventurança, de volta para o oceano – o oceano da Graça do Senhor. Quando o amor divino envolve a humanidade, nós o chamamos compaixão, a qualidade não da pena, mas da compreensão; compreensão que faz a pessoa sentir-se feliz quando os outros estão felizes e triste quando os outros estão infelizes." 


SAI BABA


Se for ...


Se for para esquentar, que seja no sol. 
Se for para enganar, que seja o estômago.
Se for para chorar, que seja de alegria. 
Se for para roubar, que seja um beijo.

Se for para perder, que seja o medo.
Se for para cair, que seja na gandaia.
Se existir guerra, que seja de travesseiros. 
Se existir fome, que seja de 
amor. 

Se for para ser feliz, que seja o tempo todo!


Desconheço o autor





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Cérebro e Comportamento

Função das listras nas Zebras:
Em Busca de Conexões com a Pesquisa e suas Aplicações

Por: Silvia Helena Cardoso

A evolução parece ter selecionado listras em zebras para confundir os predadores quando elas estão se movimentando em um rebanho. O movimento rápido das listras brancas e pretas dificulta para o predador focar em somente um animal, aumentando asiim, as chances delas fugirem. As listras também parecem servir para camuflagem. Como os leões não vêem em cores, este padrão pode dar a elas uma leve aparência de campo, o que pode fazer os leões pensarem que pode ser algum tipo de vegetação como grama crescida ou capim alto. Também parece que o rebanho junto, adquire uma forma justamente da espécie do predador (um leão), o que também pode confundir.




Fig 1: Listras em zebras confunde predadores com ilusão ótica, aparenta ser vegetação e adquire formas do predador (tente enxergar a face de um leão que foi formada no centro da figura).

Uma ilusão ótica é uma distorção da percepção sensorial, revelando como o cérebro normalmente organiza e interpreta esta estimulação. A informação agrupada pelo olho é processada pelo cérebro para dar uma percepção que não se correlaciona com a origem do estímulo.
Um exemplo de ilusão ótica é aquele onde se vê imagens em movimento após olhar fixamente por alguns segundos estímulos claros e escuros, ou mesmo estímulos adaptativos de padrões excessivamente longos. Presume-se que os efeitos destes estímulos têm uma via neural individual dedicada em estágios primários do processamento visual e que a estimulação repetitiva de poucos canais ou somente um, causa um desequilíbrio fisiológico que altera a percepção. (1).
Os humanos também são susceptíveis à mesma estratégia de camuflagem. Pesquisas em neurociências sugerem que a percepção ilusória do movimento é correlacionada com a ativação de uma rede neuronal, extendendo-se de áreas específicas do movimento até as regiões envolvidas na integração do sistema visual com o sistema vestibular (do equilíbrio), imagem visual, tomada de decisão e instrospecção. (do equilíbrio)(3).
Pesquisas em ciências computacionais também têm mostrado cientificamente que os humanos são enganados pelos movimentos da estratégia de camuflagem (2). Eles acreditam que esta abordagem pode ter implicações importantes para os engenheiros militares e designer de games de computador. Em seu experimento, eles usaram jogos de competição baseados em computador. A base da competição era um jogo projetado para testar o sucesso comprativo de diferentes estratégias predatórias. Os experimentos mostraram que os predadores foram capazes de se aproximar de sua presa (pelo player do game) antes de ser detectado, quando usava movimento de camuflagem, do que quando usava outra estratégia.



Referências:
1. Optical illusion
2. Humans deceived by motion illusion
3.Neural Correlates of Visually Induced Self-Motion Illusion in Depth

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