sexta-feira, 27 de maio de 2011

SABEDORIA SUFI

Encontro com o Diabo


(Ou de como nossos condicionamentos e preconceitos podem distorcer a visão correta das coisas)

Certo homem devoto, convencido de que era um sincero Buscador da verdade, submeteu-se a uma longa seqüência de disciplina e estudo.

Por um período considerável de tempo, teve muitas experiências, tanto em sua vida interior, como exterior, junto a vários mestres.

Um dia, meditando, viu subitamente o diabo sentado ao seu lado.

- Afasta-te, demônio – gritou -, não tens nenhum poder para me causar dano, pois estou seguindo o Caminho dos Eleitos. – A aparição se esfumou.

Um verdadeiro sábio que por ali passava, disse-lhe, com tristeza:        

- Ah, meu amigo. Assentaste teus esforços sobre bases tão inseguras, tais como teu medo inalterado, tua avareza e tua auto-estima, que chegaste a tua última experiência possível.

- E por quê? – perguntou o buscador.

- Esse diabo é, na realidade, um anjo. Diabo é como tu o viste.





SABEDORIA SUFI

Um Fiel e Meio…
                                      

NARRADOR: Dizem que os soberanos estão melhor situados para penetrar as obscuridades da mente. Porém para isso é necessário que a sua esteja clara. A Tradição Sufi nos conta o seguinte: Um sultão ouviu falar de um grande sheik, um mestre muito respeitado, que vivia em Anatólia e que contava com centenas de milhares de fiéis. O sultão, assustado por aquela força, pela qual se sentia ameaçado, convocou ao sheik a Istambul e lhe perguntou:

SULTÃO: O que é que ouço dizer? Que tens centenas de milhares de homens dispostos a morrer por ti?

SHEIK: Oh, não! – disse o sheik – Somente tenho um e meio.

SULTÃO: Então, por que me contam que poderias sublevar todo o país? Vamos ver. Que todos os homens se reúnam amanhã de manhã no campo, fora da cidade.

NARRADOR: Por toda a parte se proclamou que os fiéis do sheik teriam que reunir-se na manhã seguinte no campo, porque ali estaria o sheik em pessoa. Numa parte alta, que dominava o campo, o sheik fez instalar uma tenda. Dentro prendeu vários cordeiros, que ninguém podia ver. Os fiéis acudiram em grande número. O sultão, que estava de pé diante da tenda com o sheik, lhe disse:

SULTÃO: Tu me disseste não ter mais que um fiel e meio. Olha! Há milhares deles! Dezenas de milhares!

SHEIK: Não. Eu só tenho um fiel. Agora verás. Anuncia que cometi um crime e que irás condenar-me à morte, a menos que um de meus fiéis se sacrifique por mim.

NARRADOR: O sultão assim o fez, provocando um grande murmúrio entre a multidão. Um homem se adiantou e declarou:

HOMEM: Ele é meu Mestre. Devo-lhe tudo o que sei. Eu dou minha vida por ele.

NARRADOR: O sultão o fez entra na tenda e ali, imediatamente, seguindo as indicações do sheik, cortaram o pescoço de um cordeiro. Todos os assistentes viram aparecer sangue por baixo da tenda. Naquele instante o sultão declarou:

SULTÃO: Uma vida não é suficiente. Algum outro fiel está disposto a sacrificar-se pelo sheik?

NARRADOR: Por trás do silêncio sepulcral que se seguiu e duraram vários minutos, uma mulher avançou e se declarou disposta. A fizeram entrar na tenda e cortaram o pescoço de outro cordeiro. A multidão, ao ver o sangue, começou a dispersar-se. Em pouco tempo não restou ninguém no campo. O sheik disse ao sultão:

SHEIK: Vês? Somente tenho um fiel e meio.

SULTÃO: Então, o homem é o fiel verdadeiro e a mulher meio?

SHEIK: Não, não – contestou – Ao contrário. Porque o homem não sabia que lhe iriam cortar o pescoço na tenda. Já a mulher viu o sangue e sem dúvida avançou. Ela é a verdadeira fiel.


quinta-feira, 26 de maio de 2011

AS SETE EMOÇÕES NEGATIVAS DA MEDICINA CHINESA

As sete emoções básicas relacionadas às funções orgânicas são a raiva, alegria, preocupação, pensamento obsessivo, tristeza, medo e choque (pavor). Apesar da conexão mente/corpo ter sido reconhecida relativamente há pouco tempo na medicina ocidental, a interação das emoções com o corpo físico é um aspecto essencial na Medicina Tradicional Chinesa. 

Cada órgão corresponde a uma emoção e o desequilíbrio dessa emoção pode afetar a função do órgão. Por exemplo, a raiva prolongada pode levar a um desequilíbrio no fígado. Ao mesmo tempo, desequilíbrios no fígado podem produzir sintomas de raiva que geralmente levam a um ciclo auto-perpetuador. 
Ao discutirmos o aspecto emocional do processo da doença, é importante lembrar que é normal sentirmos a gama completa das emoções. Uma fonte de desequilíbrio surge somente quando uma emoção em particular é vivenciada por um período prolongado de tempo ou com uma intensidade específica. 
Certamente é importante que uma pessoa com problemas emocionais sérios recorra à ajuda profissional de um psicoterapeuta. Mas, mesmo nesses casos, a terapia é mais eficaz quando o desequilíbrio do órgão correspondente é ajustado. A acupuntura é especialmente eficaz no tratamento de desordens emocionais. Mesmo quando ela não é completamente eficaz no tratamento de distúrbios físicos, quase sempre ela proporciona um estado de paz emocional. 

Raiva

Está associada ao fígado. Por sua natureza, a raiva causa o aumento do qi, o que provoca rosto e olhos avermelhados, dores de cabeça e vertigens. Isso coincide com o padrão de aumento do chamado fogo do fígado. A raiva também pode fazer o qi do fígado “atacar o baço”, produzindo falta de apetite, indigestão e diarréia, geralmente isso ocorre com pessoas que discutem na mesa de refeições ou comem enquanto dirigem. 
Numa visão mais a longo prazo, a raiva ou frustração reprimida normalmente causa a estagnação do qi e isso pode resultar em depressão ou desordens menstruais. É interessante notar que as pessoas que ingerem ervas para liberar o qi estagnado do fígado normalmente experimentam surtos de raiva quando a estagnação é liberada. A raiva passa quando o equilíbrio é restaurado. Da mesma forma, geralmente a raiva e a irritabilidade são os fatores determinantes no diagnóstico da estagnação do qi do fígado.
Muitas pessoas ficam aliviadas ao saber que sua raiva tem um fundo fisiológico. É essencial evitar ingerir café durante o tratamento de desordens do fígado relacionadas à raiva, pois o café aquece o fígado e intensifica muita a condição desfavorável

Alegria

A emoção da alegria está ligada ao coração. Uma desordem relacionada à alegria pode parecer estranha, já que a maioria das pessoas deseja o máximo de alegria em suas vidas. As desordens dessa emoção não são causadas pela felicidade. O desequilíbrio surge quando entusiasmo ou estímulos excessivos ocorrem ou boas notícias súbitas chegam como um choque para o sistema. 
Ao avaliar os níveis de estresse, os psicólogos verificam todas as fontes de estresse: positivas e negativas. É claro que a morte de um cônjuge ou a perda de um emprego é uma fonte significante de estresse. Porém, um casamento ou promoção no emprego, ainda que seja uma ocasião feliz, também é uma fonte de estresse. 
Uma pessoa que está constantemente saindo, freqüentando festas e vivendo uma vida de excessos, pode acabar desenvolvendo desequilíbrios do coração como palpitações, ansiedade e insônia. Uma pessoa com desequilíbrios no coração também pode demonstrar sintomas emocionais, já que o coração é o lar do espírito (shen). Uma pessoa com sérios distúrbios no shen do coração pode ser vista conversando alegremente consigo mesma e tendo surtos de gargalhadas. 
Tal comportamento resulta da incapacidade do órgão do coração em proporcionar um local de descanso estável para o espírito. Esse tipo de desequilíbrio é tratado com acupuntura ao longo do meridiano do coração. Os tratamentos herbários consistem em fórmulas que nutrem o sangue do coração ou yin. Se o fogo do coração perturba o espírito, ervas que limpam o calor do coração são usadas. 

Preocupação

A preocupação, uma emoção muito comum em nossa sociedade repleta de estresses, pode esgotar a energia do baço. Isso pode causar distúrbios digestivos e acabar levando à fadiga crônica: um baço enfraquecido não pode transformar o alimento em qi de maneira eficaz e também os pulmões são incapazes de extrair o qi do ar eficientemente.
Uma pessoa que se preocupa muito “transporta o peso do mundo sobre seus ombros”, e uma palavra que descreve muito bem como uma pessoa se sente quando o qi de seu baço está fraco é depressão. O tratamento inclui moxa e ervas que fortificam o baço, o que proporciona à pessoa energia para lidar com os problemas da vida em vez de vivenciá-los. 

Pensamento obsessivo

Pensar excessivamente ou obsessivamente sobre um assunto também pode esgotar o baço, o que causa a sua estagnação. Uma pessoa com essa condição pode exibir sintomas como falta de apetite, esquecimento de se alimentar e inchaço após comer. Com o tempo, a pessoa pode desenvolver uma complexão pálida devido à deficiência de qi do baço. Eventualmente, isso pode afetar o coração, fazendo a pessoa sonhar com os mesmos assuntos à noite. Geralmente os estudantes são afetados por esse desequilíbrio. O tratamento padrão é usar ervas que tonifiquem o sangue do coração e o qi do baço. 

Tristeza

A tristeza ou pesar afeta os pulmões, produzindo fatiga, falta de ar, choro ou depressão. O tratamento dessa condição envolve acupuntura para os pontos ao longo dos meridianos do pulmão e rim. Normalmente, fórmulas herbárias são usadas para tonificar o qi ou yin dos pulmões. 

Medo

A emoção do medo está relacionada com os rins. Essa ligação pode ser prontamente percebida quando o medo extremo faz uma pessoa urinar incontrolavelmente. Nas crianças isso também se manifesta quando elas urinam na cama, o que os psicólogos associaram com insegurança e ansiedade.
A ansiedade prolongada devido às preocupações com o futuro pode esgotar o yin, yang e qi dos rins, o que pode eventualmente levar à fraqueza crônica. O tratamento envolve tonificar os rins com tônicos yin ou yang, dependendo dos sintomas particulares

Choque (pavor)

O choque é especialmente debilitante para os rins e o coração. A reação “lutar ou fugir” causa uma liberação excessiva de adrenalina das glândulas adrenais ou supra-renais, que se localizam sobre os rins. Isso faz o coração responder com palpitações, ansiedade e insônia.
O estresse crônico oriundo do choque pode ser muito debilitante para o sistema inteiro, causando uma ampla gama de problemas. O choque severo pode ter um efeito duradouro sobre o shen do coração, como fica evidente em vítimas da síndrome do estresse pós-traumático. O tratamento envolve psicoterapia, ervas que acalmam o espírito e nutrem o coração e rins, e tratamentos regulares de acupuntura.



quarta-feira, 25 de maio de 2011

Krishnamurti (Jiddu)

Estuda profundamente as leis ocultas da Natureza e quando as conheceres bem, amolda tua vida a elas, usando sempre da Razão e do Bom Senso.

                                             

 



AGRADECIMENTO

AO AGRADECERMOS A TODAS AS PESSOAS E TODAS AS COISAS, TUDO SE HARMONIZARÁ.


Ao seguir a jornada da vida com espírito de reverência e palavras de gratidão, até mesmo os piores espinheirais serão vencidos, as veredas se transformarão em caminhos amplos e a harmonia envolverá você. Hão de surgir pessoas que depositarão confiança em você; e mesmo aqueles que antes o hostilizavam se tornarão seus aliados, admiradores e colaboradores.

Livro: Mensagens de Luz


DALAI LAMA

O aprimoramento da paciência requer a presença de alguém que deliberadamente nos faça mal. Esse tipo de pessoa nos dá a chance de praticarmos a tolerância. A nossa força interior é posta à prova com mais intensidade do que aquela de que o nosso guia espiritual seria capaz. Em essência, o exercício da paciência nos protege da perda da confiança.


Dalai Lama


MADRE TERESA DE CALCUTÁ

“Não utilizemos bombas e armas para dominar o mundo. Vamos usar amor e compaixão.
A paz começa com um sorriso - sorri cinco vezes por dia para alguém a quem não gostarias realmente de sorrir – faze isso pela paz.
Então vamos irradiar a paz de Deus e assim acender a Sua luz e extinguir do mundo e dos corações de todos os homens todo o ódio e amor pelo poder.”

                                                                                                 
                                                                                               
Madre Teresa de Calcutá


CULTURA DE PAZ

por T.Y.S. Lama Gangchen Rinpoche


Pelo poder da Verdade e a atenção de todos os seres humanos,

Que uma cultura de violência seja transformada numa cultura de não-violência
Notícias violentas sejam transformadas em notícias não-violentas
Pessoas violentas sejam transformadas em pessoas não-violentas
Empregos violentos sejam transformados em empregos não-violentos
Esportes violentos sejam transformados em esportes não-violentos
A medicina violenta seja transformada em medicina não-violenta
Mentes violentas sejam transformadas em mentes não-violentas
Terapias violentas sejam transformadas em terapias não-violentas
A religião violenta seja transformada em religião não-violenta
O ambiente violento seja transformado em ambiente não-violento
O alimento violento seja transformado em alimento não-violento
A viagem violenta seja transformada em viagem não-violenta
A sociedade violenta seja transformada em sociedade não-violenta
A pesquisa científica violenta seja transformada em pesquisa científica não-violenta

Por favor
Paz com tudo,
Tudo com Paz 




Precisamos gradualmente adotar atitudes de não-violência nas diferentes áreas da cultura moderna e criar uma Cultura de Paz – no trabalho, ciência, medicina, relações internacionais e instituições nacionais. Desenvolver uma cultura de não-violência significa renunciar à violência e aceitar a paz interna, social e mundial. 

Não há necessidade de trocar de religião, idioma, culinária, moda ou qualquer aspecto de nossa cultura nacional ou regional. Todos nós temos nossos próprios problemas culturais onde não conseguimos mais distinguir entre violência e não-violência. Precisamos mudar esta situação e parar de criar as causas de nosso sofrimento pessoal, social e ambiental. 

Atualmente, a base de nossa cultura é não-pacífica e perturbada, e reconhecer isto é o primeiro passo em direção a uma Cultura de Paz. Precisamos examinar de onde vem toda a violência que experimentamos – das outras pessoas ou de nossas próprias reações internas? Isto é importante porque nossas próprias palavras, comportamento, pensamentos e emoções são não-pacíficos! A base de uma cultura de paz é iniciar conosco e nossas próprias reações.

Existem causas internas e externas de violência, mas se olharmos profundamente nós reconheceremos que todas se originam na nossa mente, nas atitudes mentais distorcidas. Portanto, se queremos criar uma cultura pacífica, precisamos criar mentes pacíficas. Como podemos fazer isso? Identificando exatamente quais ações físicas, palavras e pensamentos nos causam problemas e sofrimento em nossa vida diária, e quais não, e o que parece ser nosso amigo mas na verdade é nosso inimigo. Por exemplo, quando sabemos que fumar faz mal e mesmo assim continuamos e sentimos prazer em fumar. 
Precisamos reconhecer nossa violência interna antes que nosso corpo e mente sejam danificados e seja tarde demais, ou que tenhamos que gastar toda nossa energia e dinheiro reparando os danos. 

Se nós queremos começar a transformar nossas atitudes internas existe algo que precisamos deixar claro – nossa natureza humana, a essência de nossos corações e mentes é não-violenta, é pacífica. Neste momento, nossa mente original – nossa natureza não-violenta - tem estado encoberta por influências negativas e emoções tais como raiva, ciúme e ódio, ao ponto de nos convencermos que estas emoções negativas são nossa verdadeira natureza humana. Entretanto, pelo fato de que nossa natureza original é pacífica e não-violenta, podemos gradualmente recuperar nossa verdadeira natureza humana, renunciando aos diversos tipos de violência mental, verbal e física em nossa vida. Isso significa que precisamos evitar a informação negativa e más influências – podemos todos os dias fazer uma coisa positiva a mais e uma negativa a menos. Todos nós temos essa possibilidade.




 

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Se puderes olhar, ve. Se podes ver, repara.

Retrato do desmoronar completo da sociedade causado pela cegueira que aos poucos assola o mundo, reduzindo-o ao obscurantismo de meros seres extasiados na busca incessante pelo poder. Crítica pura às facetas básicas da natureza humana encarada como uma crise epidémica. Mais do que olhar, importa reparar no outro. Só dessa forma o homem se humaniza novamente. Caso contrário, continuará uma máquina insensível que observa passivamente o desabar de tudo à sua volta.



domingo, 22 de maio de 2011

FERNANDO PESSOA

Poemas de
Alberto Caeiro



    Da minha aldeia vejo quando da terra se pode ver no Universo ... Por isso a minha aldeia é grande como outra qualquer.
    Porque eu sou do tamanho do que vejo e não do tamanho da minha altura...
    Nas cidades a vida é mais pequena que aqui na minha casa no cimo deste outeiro. 
    Na cidade as grandes casas fecham a vista a chave, escondem o horizonte, empurram nosso olhar para longe de todo o céu, tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar, e tornam-nos pobres porque a única riqueza é ver.
       
    Alberto Caeiro, em "O Guardador    de Rebanhos".



Fardos inúteis

Conta uma lenda, que dois monges que atravessavam uma área deserta quando diante de um rio violento, avistaram uma linda jovem que tentava atravessá-lo sem sucesso.
Um dos monges, não sem dificuldades, atravessou o rio e colocando a mulher em suas costas conseguiu atravessar o rio em segurança.
A jovem abraçou-o agradecida, comovida com o seu gesto e seguiu seu caminho…
Retomando a jornada, o outro monge que assistiu a tudo calado, repreendeu o amigo, falando do contato carnal que houve com aquela jovem, da tentação de ter aquele contato mais direto com uma mulher, o que era proibido pelas suas leis e durante um bom trecho do caminho, esse monge falou sobre a mulher e  sobre o pecado cometido até que aquele que ajudou a jovem na travessia falou:

Querido amigo, eu atravessei o rio com a jovem e lá eu a deixei, mas você ainda continua carregando-a em seus pensamentos…
Assim, todos sabem que Deus não nos dá fardos maiores que aqueles que podemos suportar, e muitos dos nossos fardos já poderiam estar abandonado sem outras curvas da vida, mas nós insistimos em carregá-los. Levamos nossas dores e frustrações ao extremo.
Dramatizamos demais, elevamos ao cubo cada dor, cada ofensa, cada contrariedade e por isso, não conseguimos relaxar, perdoar ou mesmo ser feliz, pois o peso que vamos acumulando em nossas costas são demais para qualquer cristão.
Neste dia especial, eu lhe convido a uma reflexão: quais são os fardos que você continua carregando e que já não estão mais com você?
Qual é a dor que você anda revivendo e fazendo com que velhas feridas voltem a sangrar?
Por que você não consegue perdoar quem lhe magoou?
Quantas oportunidades você anda deixando para trás por estar amarrado ao passado?
Desarme-se!
Dos velhos pensamentos, do espírito da revolta, da tristeza.
Hoje é dia de desmontar o velho acampamento do comodismo e seguir adiante na longa jornada que a vida apresenta.
Quanto mais leve a sua mochila, mais fácil a subida rumo a felicidade…
Bom dia!
Paulo Roberto Gaefke

fardos_inuteis

sábado, 21 de maio de 2011

NELSON MANDELA

“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela 
cor de sua pele, por sua origem ou ainda por 
sua religião.
Para odiar, as pessoas precisam aprender; e, 
se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar 
pois o amor chega mais naturalmente 
ao coração humano do que o seu oposto. 
A bondade humana é uma chama que pode ser oculta, 
jamais extinta.”

Nelson Mandela